Como minha primeira viagem à África mudou a minha vida

Por Shapreka Clarke, presidente do Rotaract Club de Eleuthera, Bahamas

Depois de 18 horas de voo, finalmente cheguei a Port Harcourt, na Nigéria, no dia 19 de outubro de 2016, para participar da 11ª Feira de Projetos da África Ocidental. Quando pisei em solo africano, não imaginava a aventura que estava à minha frente, as amizades que faria e como minha vida mudaria para sempre. Naquele momento, ao sair do avião, estava muito animada e um pouco nervosa.

Graças ao patrocínio do Rotary Club de Rancho Cotati, na Califórnia, pude embarcar nesta viagem com 34 rotarianos e rotaractianos dos Estados Unidos e das Bahamas. Em Port Harcourt, participamos da feira de projetos e de iniciativas comunitárias, e visitamos uma clínica que fornecia medicamentos gratuitos e uma escola onde distribuímos mochilas aos alunos. Também conhecemos lugares históricos e experimentamos muitas delícias da culinária local.

A Feira de Projetos da África Ocidental, o principal objetivo da nossa viagem, deu ao grupo a oportunidade de conhecer várias iniciativas e formar parcerias. Durante a feira, fiz uma apresentação com rotaractianos e rotarianos das Bahamas, Califórnia e Yenagoa (na Nigéria) sobre o nosso Projeto de Telemedicina, que permite a médicos da Califórnia se conectarem com colegas de áreas menos favorecidas para discutirem diagnósticos e planos de tratamento. Apesar da distância, os doutores têm acesso consistente a mentores e oportunidades educacionais. Nosso estande aumentou a conscientização sobre o projeto e incentivou os clubes da África a participarem e a formarem novas parcerias com clubes dos Estados Unidos.

Um dos destaques da viagem foi o Dia Mundial de Combate à Pólio. Nosso grupo, acompanhado por outros rotarianos e rotaractianos, começou o dia com uma caminhada de um quilômetro por Port Harcourt. Este passeio nos deu a oportunidade de conhecer a cidade e promover a erradicação da pólio. Jogadores de futebol paralímpico também nos acompanharam e, no final do dia, participaram de um jogo. Ver esses atletas em ação, apesar de suas deficiências, foi realmente inspirador.

Após a caminhada, visitamos postos de imunização contra a poliomielite em Port Harcourt, onde vacinamos crianças com menos de cinco anos de idade. Imunizar uma criança e ajudar a Nigéria a chegar mais perto da erradicação foi uma experiência incrível que jamais esquecerei.

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Esta viagem me permitiu entender melhor a importância do Rotary em outras partes do mundo. Tive a chance de participar de ações sociais, fazer amizade com rotarianos e rotaractianos da África Ocidental e me envolver em iniciativas locais em prol da saúde. Foi realmente uma experiência transformadora!

A Feira de Projetos da África Ocidental de 2017 será realizada em Accra, Gana, de 4 a 11 de outubro. Para mais informações, visite www.rotarywestafricaprojectfair.org; para se inscrever, envie um e-mail a registration@rotarywestafricaprojectfair.org.

Os voluntários do Peace Corps mudaram minha visão do mundo

Pelo governador eleito Abbas Rajabi, Distrito 5450, EUA

O Peace Corps envia voluntários norte-americanos, normalmente universitários que acabaram de se formar, para viver e trabalhar por dois anos no exterior. O objetivo é ajudar os países anfitriões a atender às necessidades locais e promover a compreensão cultural mútua. Enquanto estão no exterior, os voluntários aprendem o idioma local e trabalham com profissionais da área de educação, saúde, desenvolvimento econômico, meio ambiente, juventude em desenvolvimento e agricultura.

Meu primeiro encontro com o Peace Corps foi quando eu estava no colégio, em meados da década de 60. Diversos voluntários do Peace Corps vieram até a minha cidade natal de Hamadan no Irã para trabalhar como professores nas escolas locais de ensino médio. O impacto disso foi profundo. Foi muito inspirador ver vários jovens trabalhando em conjunto para ensinar inglês em diferentes escolas por toda a cidade. Mais do que isso, ver as diferenças culturais foi algo que abriu os olhos de todos nós, jovens iranianos.

Sem dúvida, aqueles voluntários do Peace Corps que serviram no Irã conhecem melhor o país do que talvez qualquer outra pessoa que apenas tenha passado por lá. Aqueles de nós que tiveram a oportunidade de aprender com esses professores entendem os Estados Unidos melhor do que outras pessoas de Hamadan. Esse intercâmbio cultural nos ajudou tanto a aprender sobre o outro, como a promover a paz e a boa vontade.

Entre 1962 e 1976, mais de 1500 voluntários do Peace Corps serviram no Irã. Muitos deles fizeram amizades duradouras com os iranianos e voltaram para os Estados Unidos com uma melhor compreensão cultural do Irã. O impacto cultural e as amizades entre iranianos e americanos são muito mais profundos do que a maioria das pessoas vai um dia entender.

Tenho conexões muito profundas com meu local de nascimento no Irã, mas agora vivo nos Estados Unidos. Aprendi a amar meu novo país e o Peace Corps foi o primeiro a moldar meu ponto de vista sobre esse país e as pessoas que vivem aqui.

Recentemente, procurei me reconectar com meu professor do Peace Corps, o Sr. Don Laffoon. Depois de muitas tentativas de ligações e de escrever para diversos voluntários do Peace Corps, finalmente encontrei meu antigo professor na Califórnia. Liguei para o número de telefone que tinha encontrado e o Sr. Laffoon atendeu o telefone. Por instantes, fiquei nostálgico e emocionado por ouvir uma voz tão familiar depois de quase 50 anos.

“Olá, quem é?”, perguntou o Sr. Lafffoon. Respondi: “Aqui é Abbas Rajabi. Fui seu aluno em Hamadan e gostaria de dizer que sou grato por tudo o que você me ensinou”.

Ele ficou muito feliz por ter notícias minhas e relembramos aquela época, outros colegas e professores e a cidade de Hamadan. Conversamos por um tempo e prometemos continuar em contato. Foi muito gratificante poder contar ao Sr. Lafffoon sobre o impacto que ele causou na minha vida.

Através de uma parceria de serviço formalizada, o Rotary International e o Peace Corps estão trabalhando juntos para ajudar a melhorar as atividades de serviço de clubes e distritos localmente e em todo o mundo. Espero aprofundar ainda mais essa parceria, ajudando a conectar rotarianos com os voluntários locais do Peace Corps que vivem e trabalham em suas comunidades, e ajudando os clubes dos EUA a se conectar com voluntários regressados do Peace Corps. Cada distrito rotário, todos os voluntários do Peace Corps em todo o mundo e, o mais importante, as pessoas que servimos através da nossa comunidade e de projetos humanitários internacionais podem se beneficiar imensamente com essa parceria.

Queremos saber mais sobre rotarianos que tiveram experiências trabalhando com o Peace Corps! Você já serviu como voluntário do Peace Corps ou trabalhou com o Peace Corps em outras funções? Preencha essa pesquisa. Isso não deve levar mais de dez minutos e todas as respostas são confidenciais. Se tiver dúvidas, escreva para o e-mail rotary.service@rotary.org.

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Como aceitar e celebrar as nossas diferenças

Por Azka Asif, Departamento de Engajamento e Serviços do Rotary

O Rotary é formado por uma rede global de voluntários de diversas origens, culturas e profissões. Aceitamos e celebramos as nossas diferenças porque são elas que fortalecem a nossa organização. Com perspectivas diferenciadas e a vasta experiência dos nossos associados, podemos trabalhar para sanar grandes desafios humanitários, sobretudo no que diz respeito à criação de um mundo mais pacífico.

A família rotária está comprometida com essa causa, investindo tempo, energia e entusiasmo para ajudar comunidades locais e internacionais. Por meio de projetos sociais, bolsas de estudo, Bolsas Rotary pela Paz e intercâmbios internacionais, os associados entram em ação para promover a paz e a compreensão internacional. Veja a seguir alguns exemplos de como os rotarianos estão atuando nessa área:

  • O Rotary Club de Marikina, nas Filipinas, organizou um fórum para trocar ideias sobre maneiras de contribuir a um mundo mais pacífico. Os Rotary Clubs participaram do evento compartilhando ideias para o alcance da paz global por meio dos serviços humanitários do Rotary.
  • Nos Estados Unidos, o Rotary Club de Branchburg Township organizou um jantar ecumênico e programa de prêmios pela diversidade. O clube homenageou indivíduos, empresas e organizações comunitárias que abraçam a paz e enaltecem os valores de civilidade, consciência global e comunitária. O programa reuniu líderes comunitários e a família rotária na promoção da paz, compreensão e boa vontade.
  • Os Rotary Clubs de Radolfzell-Hegau, na Alemanha, e Istanbul Sisli, na Turquia, fizeram parceria em um intercâmbio estudantil com universitários interessados em música, visando facilitar a compreensão internacional e intercultural. Os alunos estudaram a língua internacional da música e discutiram aspectos de seus respectivos países e culturas durante o intercâmbio, abrindo pontes unificadoras para forjar novas amizades.
  • O Rotary Club de Bursa-Uludag quer impedir que 500 crianças desfavorecidas residentes em um dos bairros mais empobrecidos da Turquia se envolvam em criminalidade, proporcionando a elas a oportunidade de desenvolverem os seus talentos musicais. O clube pretende instalar um centro de música e oferecer instrumentos a cada criança. Ser membro desta comunidade musical certamente despertará nas crianças a vontade de pertencer a algo importante, aumentando o respeito e a autoconfiança nos pequenos.
  • Na Índia, o Rotary Club de Mussoorie promoveu uma palestra sobre meditação, discutindo o conceito básico e os benefícios potenciais deste método para as pessoas que sofrem de estresse mental e físico causado por um cotidiano agitado.

Fevereiro é o mês do Rotary dedicado à paz e resolução de conflitos, sendo este o momento ideal para promovermos a paz em âmbito global. Leia mais histórias sobre o assunto e não se esqueça de divulgar projetos do seu clube no Rotary Showcase e de participar dos grupos de discussão do Meu Rotary. Deixe seu comentário sobre paz e resolução de conflitos abaixo!

Grupos Rotarianos em Ação: como eles podem ajudar seu projeto a ter maior impacto?

Por RAG4Clubfoot, Grupo Rotarianos em Ação pela Cura do Pé Torto

A cada três minutos, uma criança nasce com pé torto congênito, totalizando cerca de 200.000 casos anualmente. Milhares de crianças são forçadas a viver com esta deformidade que, além de limitar sua mobilidade, as impede de ir a pé para a escola, brincar com seus amigos e, eventualmente, trabalhar.

O RAG4Clubfoot tem uma missão simples: apoiar o tratamento de crianças que nascem com pé torto com o Método de Ponseti. Criado por Dr. Ignacio Ponseti, da Universidade de Iowa, EUA, o método é 100% eficaz quando administrado por um profissional treinado e é considerado o melhor tratamento para este tipo de problema.

Nosso objetivo é conectar rotarianos com parceiros que tenham experiência com o Método de Ponseti e estabelecer um programa nacional de tratamento do pé torto congênito que seja sustentável localmente. Nossos grupos trabalham com a Ponseti International Association (PIA) na Universidade de Iowa, fornecendo orientação técnica referente a treinamento sobre Método de Ponseti, materiais educacionais e outras atividades relacionadas à cura do pé torto. A PIA também fornece assistência para monitoramento e avaliação de programas de treinamento e da qualidade do tratamento oferecido em clínicas recém-formadas.

Nosso Grupo Rotarianos em Ação também coordena webinars sobre elaboração de pedidos de Subsídios Globais e treinamentos sobre o que é esperado de cada parceiro – local e internacional – durante todo o processo. Nós auxiliamos os Distritos 4420 (Brasil) e 6000 (EUA) com um pedido de Subsídio Global recentemente aprovado, que financiará uma equipe de formação profissional durante dois anos. O objetivo é preparar 15 instrutores para que ensinem as técnicas do Método de Ponseti a 50 cirurgiões ortopédicos.

Durante o processo do pedido de subsídio, nós oferecemos:

Oportunidades para conexões

  • Conectamos rotarianos aos nossos parceiros na Ponseti International Association, organização profissional que pode identificar instrutores qualificados para ensinar o Método de Ponseti.
  • Apresentamos formalmente o governador do Distrito D5300 ao contato principal do parceiro local do projeto, depois que eles se conheceram informalmente durante a Convenção do RI em São Paulo, em junho de 2015. O Distrito 5300 acabou contribuindo FDUC ao projeto.

Acesso a especialistas

  • Por meio dos nossos parceiros, conectamos os contatos principais a especialistas para ajudar na elaboração do pedido de subsídio. Os especialistas ajudaram a criar objetivos específicos do treinamento sobre o Método de Ponseti, incluindo o currículo, e explicaram como os objetivos seriam alcançados e como os resultados seriam sustentáveis.

Promoção

  • Promovemos o projeto na página do RAG4Clubfoot no Facebook e nosso newsletter, e criamos uma página no nosso website que fornece detalhes sobre o progresso do projeto.

Continuaremos apoiando e promovendo este e outros projetos similares, visando inspirar todos os rotarianos a entrarem em ação para fornecermos tratamento a todas as crianças nascidas com pé torto. Entre em contato conosco para começar um projeto semelhante!

Junte-se a um Grupo Rotariano em Ação e use sua especialização para causar impacto no mundo, ajudando rotarianos a criar projetos humanitários mais eficazes. Os Grupos são formados por rotarianos, familiares, e ex e atuais participantes de programas do Rotary com experiência em um campo específico, os quais compartilham seus conhecimentos com clubes e distritos. Veja a lista de todos os Grupos Rotarianos em Ação e entre em contato com um deles.

Dilema ético: o que você faria?

Depois de mudar para uma nova cidade, você se torna associado fundador de um novo clube. Durante o segundo ano deste clube, o cônjuge da presidente eleita participa de várias reuniões como convidado. Insatisfeita com o coordenador do website e mídias sociais do clube, a presidente eleita tenta convencer o conselho diretor a outorgar o título de associado honorário a seu esposo para que ele possa supervisionar o website e mídias sociais, sem ter que se associar oficialmente ao clube.

Como o cônjuge da presidente eleita expressou abertamente que não tem interesse algum em se associar ao Rotary, você fala com um dos membros do conselho diretor sobre a grande honra que o título de associado honorário representa. O membro do conselho explica que o título de associado honorário está sendo conferido como uma estratégia para que o atual coordenador do website e mídias sociais deixe o clube. Chocado ao saber dos planos do clube, você entra em contato com o governador de distrito para contar o que está acontecendo. O governador não se mostra chocado com as ações do clube e confirma que o clube tem autoridade para tomar esta decisão.

O que você faria?

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Envie sugestões de dilemas éticos para rotary.service@rotary.org

Reflexões: curso de assistência emergencial inspira projetos sociais

Por Luke Addison, associado do Rotaract Club de University of Winchester, Inglaterra, e contato multidistrital do Rotaract para o RIBI

Ouvi falar da ShelterBox pela primeira vez em 2013. Eu tinha acabado de me tornar presidente do Rotaract Club de University of Winchester e estavatrabalhando com vários amigos para envolver o grupo em projetos locais e internacionais. Nós sempre tivemos o apoio dos associados do Rotary Club de Winchester para tudo e, como eles nos convidavam para projetos, conseguimos fazer diversos contatos. Um dos rotarianos que conheci havia me falado da ShelterBox e sugeriu que nós, do Rotaract, arrecadássemos fundos para eles. Em poucos dias, fomos para a Universidade de Winchester às sete da manhã, montamos uma barraca da ShelterBox e ficamos ali por várias horas coletando doações.

Nos últimos anos, desde que comecei a trabalhar mais de perto com o Rotaract e o Rotary no âmbito internacional, e depois de me envolver em diversos projetos com muitas organizações em todo o mundo, meus interesses e motivação se voltaram muito ao setor humanitário.

luke-addison-sbox-usops-cse-4Um dia, recebi um convite para o curso “Entendendo as Operações da ShelterBox” e não pude recusar. Respondi sem hesitar e, várias semanas depois, encarei as dez horas de ônibus para a cidade de Truro! Como cheguei extremamente cedo à sede da ShelterBox, e o curso só começaria ao meio-dia, um dos membros da equipe me convidou para entrar. Eu fui recebido por Alex Youlten e outros funcionários que se ofereceram para me mostrar o lugar. Ao longo do tour, fomos convidados para uma reunião da equipe de operações que envolveu toda a equipe. Eles estavam analisando para onde as caixas de assistência emergencial estavam sendo enviadas e falando sobre diversos assuntos internacionais. Fiquei fascinado! E o curso ainda nem havia começado….

Depois de conhecer os outros participantes, fomos de micro-ônibus para o campo de treinamento. Ouvimos uma introdução sobre a organização e fomos para fora montar três barracas – as nossas acomodações para as próximas noites!

luke-addison-sbox-usops-cse-2Os três dias do curso foram uma fascinante combinação de atividades de resolução de problemas, caminhadas, dinâmicas de grupo e pensamento crítico. A última parte me surpreendeu, porque eu não imaginava exatamente a dimensão do trabalho da ShelterBox. Nós analisamos a psicologia humana e como as pessoas reagem a um desastre, e também estudamos dilemas éticos e morais, e os níveis de força e compaixão necessários para as operações da organização.

Também aprendemos sobre o trabalho do Departamento de Arrecadação de Fundos e ouvimos uma ótima apresentação de Richard Lee, diretor de Arrecadação e Comunicação. Mais uma vez, um aspecto que eu não estava esperando, mas que despertou o interesse de todos os participantes.

A ShelterBox e o Rotary compartilham os mesmos objetivos humanitários e estão ligados pelos mesmos princípios éticos há mais de 16 anos. As duas organizações formaram uma parceria que cresce em escala e sofisticação a cada ano, sendo bastante singular em termos de assistência internacional. Obviamente, essa aliança também engloba os rotaractianos, cuja energia, compaixão e conhecimentos locais se mostram úteis em várias ações da ShelterBox.

Fomos tratados com muito respeito e me senti muito valorizado. Sou extremamente grato por ter sido convidado para o curso. Nunca tinha visto uma instituição beneficente convidar as pessoas para sua sede, deixá-las participar de uma reunião de operações e, depois, levá-las ao campo de treinamento para três dias de aula. Realmente foi uma das experiências mais marcantes da minha vida e gostaria de incentivar todas as pessoas a fazer esse curso e descobrir as diversas maneiras de trabalhar com a ShelterBox.

Não vejo a hora de trabalhar com a ShelterBox novamente!

Contando com a ONU para atrair novos associados

Por Helen Reisler e Andreas Runggatscher, associados do Rotary Club de New York

O nosso clube é conhecido por sua associação com as Nações Unidas, tendo desempenhado papel essencial para a formação da entidade, inclusive intercedendo com a prefeitura de Nova York para abrigar a sede da ONU na cidade.

Milhares de rotarianos do mundo todo visitaram o nosso clube nos últimos 107 anos. A título de curiosidade, a primeira troca de flâmulas entre rotarianos de países diferentes aconteceu no nosso clube, que exibe orgulhoso uma longa lista de embaixadores da ONU como associados honorários. Nas palavras de Paul Harris, o nosso era “o maior clube anfitrião da América”.

Com uma história assim, o Rotary Club de New York realiza mensalmente seu café da manhã internacional no prédio da ONU, junto com o Grupo Rotarianos em Ação pela Paz e o Rotaract Club de New York. As portas estão sempre abertas a todos os rotarianos e convidados que estiverem na Big Apple.

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Este café da manhã é descontraído e tem a intenção de informar. As mesas são dispostas em forma de ferradura para que as 40 a 60 pessoas interajam melhor entre si e assistam às apresentações. Em agosto, começamos a gravar o encontro. Nosso objetivo é conectar mais rotarianos de diferentes partes do mundo para somar à nossa família rotária.

Nosso café da manhã oferece a oportunidade única dos participantes conversarem com funcionários, dignatários e  representantes dos Estados membros da ONU. Os tópicos mais discutidos atualmente giram em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e como eles se relacionam à paz e compreensão internacional.

O encontro tem sido moderado pela ex-governadora de distrito e atual representante do Rotary na ONU, Helen Reisler, junto com o embaixador da Coreia do Sul, Hahn Choong-Hee.

Recentemente contamos com a presença dos seguintes palestrantes:

  • Reza Hossaini, diretor do programa de erradicação da pólio do Unicef
  • Madame Lakshmi Puri, secretária-adjunta da ONU e diretora-executiva da UN Women
  • Prabha Sankaranarayan, CEO dos Mediadores Sem Fronteiras
  • Gholam Ali Khoshroo, embaixador da República Islâmica do Irâ para a ONU
  • Juan José Gómez Camacho, representante permanente do México na ONU

Como resultado desta abordagem, o Rotary Club de New York atraiu novos associados, formou parcerias com ONGs, envolveu mais rotarianos em suas atividades, aumentou a conscientização sobre a relação Rotary-ONU e viu nascer um novo entusiasmo pelo Rotary entre seus associados.

Veja mais informações em nosso site.