Grupos Rotarianos em Ação: como eles podem ajudar seu projeto a ter maior impacto?

Por RAG4Clubfoot, Grupo Rotarianos em Ação pela Cura do Pé Torto

A cada três minutos, uma criança nasce com pé torto congênito, totalizando cerca de 200.000 casos anualmente. Milhares de crianças são forçadas a viver com esta deformidade que, além de limitar sua mobilidade, as impede de ir a pé para a escola, brincar com seus amigos e, eventualmente, trabalhar.

O RAG4Clubfoot tem uma missão simples: apoiar o tratamento de crianças que nascem com pé torto com o Método de Ponseti. Criado por Dr. Ignacio Ponseti, da Universidade de Iowa, EUA, o método é 100% eficaz quando administrado por um profissional treinado e é considerado o melhor tratamento para este tipo de problema.

Nosso objetivo é conectar rotarianos com parceiros que tenham experiência com o Método de Ponseti e estabelecer um programa nacional de tratamento do pé torto congênito que seja sustentável localmente. Nossos grupos trabalham com a Ponseti International Association (PIA) na Universidade de Iowa, fornecendo orientação técnica referente a treinamento sobre Método de Ponseti, materiais educacionais e outras atividades relacionadas à cura do pé torto. A PIA também fornece assistência para monitoramento e avaliação de programas de treinamento e da qualidade do tratamento oferecido em clínicas recém-formadas.

Nosso Grupo Rotarianos em Ação também coordena webinars sobre elaboração de pedidos de Subsídios Globais e treinamentos sobre o que é esperado de cada parceiro – local e internacional – durante todo o processo. Nós auxiliamos os Distritos 4420 (Brasil) e 6000 (EUA) com um pedido de Subsídio Global recentemente aprovado, que financiará uma equipe de formação profissional durante dois anos. O objetivo é preparar 15 instrutores para que ensinem as técnicas do Método de Ponseti a 50 cirurgiões ortopédicos.

Durante o processo do pedido de subsídio, nós oferecemos:

Oportunidades para conexões

  • Conectamos rotarianos aos nossos parceiros na Ponseti International Association, organização profissional que pode identificar instrutores qualificados para ensinar o Método de Ponseti.
  • Apresentamos formalmente o governador do Distrito D5300 ao contato principal do parceiro local do projeto, depois que eles se conheceram informalmente durante a Convenção do RI em São Paulo, em junho de 2015. O Distrito 5300 acabou contribuindo FDUC ao projeto.

Acesso a especialistas

  • Por meio dos nossos parceiros, conectamos os contatos principais a especialistas para ajudar na elaboração do pedido de subsídio. Os especialistas ajudaram a criar objetivos específicos do treinamento sobre o Método de Ponseti, incluindo o currículo, e explicaram como os objetivos seriam alcançados e como os resultados seriam sustentáveis.

Promoção

  • Promovemos o projeto na página do RAG4Clubfoot no Facebook e nosso newsletter, e criamos uma página no nosso website que fornece detalhes sobre o progresso do projeto.

Continuaremos apoiando e promovendo este e outros projetos similares, visando inspirar todos os rotarianos a entrarem em ação para fornecermos tratamento a todas as crianças nascidas com pé torto. Entre em contato conosco para começar um projeto semelhante!

Junte-se a um Grupo Rotariano em Ação e use sua especialização para causar impacto no mundo, ajudando rotarianos a criar projetos humanitários mais eficazes. Os Grupos são formados por rotarianos, familiares, e ex e atuais participantes de programas do Rotary com experiência em um campo específico, os quais compartilham seus conhecimentos com clubes e distritos. Veja a lista de todos os Grupos Rotarianos em Ação e entre em contato com um deles.

Dilema ético: o que você faria?

Depois de mudar para uma nova cidade, você se torna associado fundador de um novo clube. Durante o segundo ano deste clube, o cônjuge da presidente eleita participa de várias reuniões como convidado. Insatisfeita com o coordenador do website e mídias sociais do clube, a presidente eleita tenta convencer o conselho diretor a outorgar o título de associado honorário a seu esposo para que ele possa supervisionar o website e mídias sociais, sem ter que se associar oficialmente ao clube.

Como o cônjuge da presidente eleita expressou abertamente que não tem interesse algum em se associar ao Rotary, você fala com um dos membros do conselho diretor sobre a grande honra que o título de associado honorário representa. O membro do conselho explica que o título de associado honorário está sendo conferido como uma estratégia para que o atual coordenador do website e mídias sociais deixe o clube. Chocado ao saber dos planos do clube, você entra em contato com o governador de distrito para contar o que está acontecendo. O governador não se mostra chocado com as ações do clube e confirma que o clube tem autoridade para tomar esta decisão.

O que você faria?

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Envie sugestões de dilemas éticos para rotary.service@rotary.org

Reflexões: curso de assistência emergencial inspira projetos sociais

Por Luke Addison, associado do Rotaract Club de University of Winchester, Inglaterra, e contato multidistrital do Rotaract para o RIBI

Ouvi falar da ShelterBox pela primeira vez em 2013. Eu tinha acabado de me tornar presidente do Rotaract Club de University of Winchester e estavatrabalhando com vários amigos para envolver o grupo em projetos locais e internacionais. Nós sempre tivemos o apoio dos associados do Rotary Club de Winchester para tudo e, como eles nos convidavam para projetos, conseguimos fazer diversos contatos. Um dos rotarianos que conheci havia me falado da ShelterBox e sugeriu que nós, do Rotaract, arrecadássemos fundos para eles. Em poucos dias, fomos para a Universidade de Winchester às sete da manhã, montamos uma barraca da ShelterBox e ficamos ali por várias horas coletando doações.

Nos últimos anos, desde que comecei a trabalhar mais de perto com o Rotaract e o Rotary no âmbito internacional, e depois de me envolver em diversos projetos com muitas organizações em todo o mundo, meus interesses e motivação se voltaram muito ao setor humanitário.

luke-addison-sbox-usops-cse-4Um dia, recebi um convite para o curso “Entendendo as Operações da ShelterBox” e não pude recusar. Respondi sem hesitar e, várias semanas depois, encarei as dez horas de ônibus para a cidade de Truro! Como cheguei extremamente cedo à sede da ShelterBox, e o curso só começaria ao meio-dia, um dos membros da equipe me convidou para entrar. Eu fui recebido por Alex Youlten e outros funcionários que se ofereceram para me mostrar o lugar. Ao longo do tour, fomos convidados para uma reunião da equipe de operações que envolveu toda a equipe. Eles estavam analisando para onde as caixas de assistência emergencial estavam sendo enviadas e falando sobre diversos assuntos internacionais. Fiquei fascinado! E o curso ainda nem havia começado….

Depois de conhecer os outros participantes, fomos de micro-ônibus para o campo de treinamento. Ouvimos uma introdução sobre a organização e fomos para fora montar três barracas – as nossas acomodações para as próximas noites!

luke-addison-sbox-usops-cse-2Os três dias do curso foram uma fascinante combinação de atividades de resolução de problemas, caminhadas, dinâmicas de grupo e pensamento crítico. A última parte me surpreendeu, porque eu não imaginava exatamente a dimensão do trabalho da ShelterBox. Nós analisamos a psicologia humana e como as pessoas reagem a um desastre, e também estudamos dilemas éticos e morais, e os níveis de força e compaixão necessários para as operações da organização.

Também aprendemos sobre o trabalho do Departamento de Arrecadação de Fundos e ouvimos uma ótima apresentação de Richard Lee, diretor de Arrecadação e Comunicação. Mais uma vez, um aspecto que eu não estava esperando, mas que despertou o interesse de todos os participantes.

A ShelterBox e o Rotary compartilham os mesmos objetivos humanitários e estão ligados pelos mesmos princípios éticos há mais de 16 anos. As duas organizações formaram uma parceria que cresce em escala e sofisticação a cada ano, sendo bastante singular em termos de assistência internacional. Obviamente, essa aliança também engloba os rotaractianos, cuja energia, compaixão e conhecimentos locais se mostram úteis em várias ações da ShelterBox.

Fomos tratados com muito respeito e me senti muito valorizado. Sou extremamente grato por ter sido convidado para o curso. Nunca tinha visto uma instituição beneficente convidar as pessoas para sua sede, deixá-las participar de uma reunião de operações e, depois, levá-las ao campo de treinamento para três dias de aula. Realmente foi uma das experiências mais marcantes da minha vida e gostaria de incentivar todas as pessoas a fazer esse curso e descobrir as diversas maneiras de trabalhar com a ShelterBox.

Não vejo a hora de trabalhar com a ShelterBox novamente!

Contando com a ONU para atrair novos associados

Por Helen Reisler e Andreas Runggatscher, associados do Rotary Club de New York

O nosso clube é conhecido por sua associação com as Nações Unidas, tendo desempenhado papel essencial para a formação da entidade, inclusive intercedendo com a prefeitura de Nova York para abrigar a sede da ONU na cidade.

Milhares de rotarianos do mundo todo visitaram o nosso clube nos últimos 107 anos. A título de curiosidade, a primeira troca de flâmulas entre rotarianos de países diferentes aconteceu no nosso clube, que exibe orgulhoso uma longa lista de embaixadores da ONU como associados honorários. Nas palavras de Paul Harris, o nosso era “o maior clube anfitrião da América”.

Com uma história assim, o Rotary Club de New York realiza mensalmente seu café da manhã internacional no prédio da ONU, junto com o Grupo Rotarianos em Ação pela Paz e o Rotaract Club de New York. As portas estão sempre abertas a todos os rotarianos e convidados que estiverem na Big Apple.

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Este café da manhã é descontraído e tem a intenção de informar. As mesas são dispostas em forma de ferradura para que as 40 a 60 pessoas interajam melhor entre si e assistam às apresentações. Em agosto, começamos a gravar o encontro. Nosso objetivo é conectar mais rotarianos de diferentes partes do mundo para somar à nossa família rotária.

Nosso café da manhã oferece a oportunidade única dos participantes conversarem com funcionários, dignatários e  representantes dos Estados membros da ONU. Os tópicos mais discutidos atualmente giram em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e como eles se relacionam à paz e compreensão internacional.

O encontro tem sido moderado pela ex-governadora de distrito e atual representante do Rotary na ONU, Helen Reisler, junto com o embaixador da Coreia do Sul, Hahn Choong-Hee.

Recentemente contamos com a presença dos seguintes palestrantes:

  • Reza Hossaini, diretor do programa de erradicação da pólio do Unicef
  • Madame Lakshmi Puri, secretária-adjunta da ONU e diretora-executiva da UN Women
  • Prabha Sankaranarayan, CEO dos Mediadores Sem Fronteiras
  • Gholam Ali Khoshroo, embaixador da República Islâmica do Irâ para a ONU
  • Juan José Gómez Camacho, representante permanente do México na ONU

Como resultado desta abordagem, o Rotary Club de New York atraiu novos associados, formou parcerias com ONGs, envolveu mais rotarianos em suas atividades, aumentou a conscientização sobre a relação Rotary-ONU e viu nascer um novo entusiasmo pelo Rotary entre seus associados.

Veja mais informações em nosso site.

Reducão da pobreza em prol do desenvolvimento econômico e comunitário

Globalmente, 836 milhões de pessoas vivem na pobreza. Um em cada cinco habitantes de países em desenvolvimento sobrevive com menos de US$1,25 por dia. O número mundial de desempregados aumentou de 170 milhões em 2007 para quase 202 milhões em 2012, dos quais 75 milhões são jovens.*

Como podemos mudar este quadro?

O apoio a projetos geradores de renda e a criação de empregos reduzem a pobreza. A segurança financeira e empoderamento de mulheres, deficientes, jovens e pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza é essencial ao desenvolvimento econômico e comunitário.

Comprometidos com a redução da pobreza, rotarianos do mundo todo estão fazendo projetos que fornecem equipamentos, treinamento profissionalizante e apoio a pequenos empresários e líderes comunitários de áreas carentes, principalmente mulheres. Veja alguns exemplos de como os rotarianos estão entrando em ação:

Crescimento econômico

O Rotary Club de Constantia ajudou no estabelecimento de um jardim comunitário e centro de treinamento agrícola para jovens de Khayelitsha, na Cidade do Cabo, África do Sul. O clube trabalha com a Abalimi Bezekhaya, organização que ajuda na criação de atividades agrícolas que gerem renda, e formou parceria com Rotary Clubs nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

A horta produz vários legumes, hortaliças e ervas para a iniciativa Harvest of Hope, da Abalimi, que vende caixas com vegetais para a população de classe média local. Conforme a horta cresceu, foi aberto um centro de treinamento para os jovens aprenderem técnicas do plantio à colheita. As aulas são compostas de parte teórica e prática, cobrindo matérias como preparação do solo, seleção de sementes, polinização múltipla, cultivo orgânico e mudanças climáticas.

Leia mais sobre esta matéria, publicada na edição de outubro de 2016 da The Rotarian, aqui.

Treinamento profissionalizante

O Rotary Club de Panaji, na Índia, lançou um programa de treinamento profissionalizante para 12 mulheres em corte e costura. Os workshops de quatro horas diárias aconteceram no espaço de dez dias, com o objetivo de ensiná-las um ofício para conquistar sua independência financeira. Ao fim do treinamento, as mulheres ganharam máquinas de costura para iniciar seus próprios negócios.

Fortalecimento do empresariado local

Baseado na avaliação das necessidades da comunidade, o Rotary Club de Ikeja, na Nigéria, chegou à conclusão de que os comerciantes e empreendedores não tinham acesso a financiamento local. O clube, então, lançou um programa de microcrédito livre de juros para 20 beneficiários usarem em seus próprios negócios. Depois de três meses, o empréstimo foi quitado e o dinheiro passado a um novo grupo de 20 pessoas. Carpinteiro, alfaiate, barbeiro, cabeleireiro e vendedor de alimentos foram algumas das ocupações contempladas.

Em outubro, Mês do Desenvolvimento Econômico e Comunitário, compartilharemos dicas e recursos para ajudar clubes e distritos com seus projetos de desenvolvimento econômico e comunitário. Leia posts anteriores e visite esta página regularmente!

* http://www.un.org/sustainabledevelopment/sustainable-development-goals/

Dilema ético: o que você faria?

O seu clube está formalizando uma parceria extremamente benéfica com uma organização local cujos trabalhos se alinham bem aos projetos do seu clube e do Rotary. Um associado que já trabalhou com a organização em questão está muito entusiasmado com a parceria e tem monitorado constantemente o progresso do relacionamento, que está sob sua liderança. Embora você esteja fazendo tudo que pode, o associado não está satisfeito com o tempo que está levando e quer que você faça mais. Ele chegou a ligar para lá para saber sobre o progresso da parceria, e seus contatos na organização reclamaram que ele está fazendo muita pressão. Como esta é uma parceria muito importante, você quer manter a imagem do clube e assegurar o sucesso desse relacionamento. Apesar de apreciar o entusiasmo do associado, o que você faria?

Fortalecendo os clubes por meio de parcerias locais

Quentin Wodon, autor do blog The Rotarian Economist, presidente do Rotary Club de Capitol Hill, em Washington, D.C. e economista do Banco Mundial

A maioria dos rotarianos são profissionais com grandes habilidades em suas áreas de atuação. No entanto, muitos Rotary Clubs não utilizam os conhecimentos dos associados, de forma sistemática, em seus projetos. Vemos exceções quando rotarianos interessados e bem informados sobre um determinado tópico implementam Subsídios Globais. Mas em termos de trabalhos sociais, parece-me que as grandes iniciativas que empreendemos têm impacto limitado simplesmente por não serem altamente estratégicas ou não fazerem pleno uso dos conhecimentos dos rotarianos.

Uma solução para aumentar o impacto do nosso trabalho é o que chamamos de “equipes rotárias pro bono”. Em 1º de julho, meu clube firmou parcerias com algumas organizações locais sem fins lucrativos em uma iniciativa de serviços gratuitos. Essas alianças têm vários benefícios: melhores oportunidades de trabalho voluntário para os rotarianos, maior impacto na comunidade, mais visibilidade para nossos parceiros e nosso clube, possibilidade de atrairmos novos associados e fortalecimento dos grupos envolvidos. Veja a seguir uma explicação mais detalhada:

Melhores oportunidades de trabalho voluntário e maior impacto: rotarianos do nosso clube, como de outros lugares, são líderes profissionais e/ou empresariais. Para usarmos suas habilidades, organizamos um grupo de 4 a 5 pessoas (rotarianos e não rotarianos) que podem prestar consultoria estratégica gratuitamente. Elas oferecem suporte a organizações sem fins lucrativos locais e isso torna nosso clube mais interessante para os rotarianos em termos dos serviços que prestamos, além de aumentar o impacto na comunidade devido ao nosso engajamento estratégico.

Mais visibilidade para nossos parceiros e o clube: há várias maneiras de aumentarmos a visibilidade. Estamos compartilhando nosso trabalho nas mídias sociais usando o principal blog da comunidade: The Hill is Home. Criamos posts que não falam diretamente sobre o nosso clube, mas sobre o ótimo trabalho dos nossos parceiros e o fato de que estamos trabalhando com eles. Também começamos a escrever artigos curtos na principal revista mensal da comunidade.

Novos associados: nosso clube estava perdendo associados há vários anos, mas desde 1º de julho conseguimos aumentar o quadro associativo em 50%. Nossa iniciativa pro bono e as parcerias locais estão nos ajudando a recrutar novos associados.

Equipes mais fortes: nosso grupo de profissionais presta serviços pro bono por um período de três meses, sendo formado tanto rotarianos quanto não rotarianos. Esperamos que alguns dos não rotarianos que estão trabalhando com as equipes pro bono entrem para o clube. No entanto, esse não é o objetivo principal, mas sim construir equipes mais fortes e aproveitar os benefícios que os conhecimentos de amigos e colegas podem oferecer, mesmo que eles não estejam prontos para se associar. Vemos isso como o nosso próprio modelo de Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário, através do qual trabalhamos juntos para apoiar e fortalecer organizações locais sem fins lucrativos.

Há várias maneiras de os Rotary Clubs formarem parcerias com organizações sem fins lucrativos de forma estratégica, e alguns têm um longo histórico nessa área. Nosso modelo, que enfatiza equipes de consultoria pro bono trabalhando com organizações locais, pode não ser ideal para todos os clubes, mas está dando certo para o nosso e se encaixa muito bem às nossas iniciativas de imagem pública e recrutamento. Se quiser saber mais sobre a nossa abordagem, entre em contato comigo pelo blog The Rotarian Economist.